terça-feira, 3 de agosto de 2010

Arma e Amor

Abaixe as armas,e entre se quiseres.
Abaixe as armas e ames se puderes.
os pesares são múltiplos já que multiplicamos os elos da inconstância
plantamos e colhemos arrogância, nossa ignorância é nosso intimo, construímos castelos fixos porem fictícios...
Trilhamos caminhos sonhos repartidos partidos com o a voz do silêncio da solidão, sonhar tem preço e a quem o venda vendado, a quem o compre como enganador e na realidade é o maior enganado.
Arma e amor lado à lado constantemente, assim são nas guerras... feitos de efeitos atribuídas ao homem como maior defeito, a guerra travada com o ego da soberba visão do ser e ter sempre mais e mais e nada mais.
Se seremos um dia somente amor? Não sei !!!O que sei é que sempre fomos e somos o que buscamos com luta e verdade ser, buscando a qualidade no ser e não a perfeição no ser, pois nascemos sendo o que somos e o que viermos a ser é conseqüência de ser, ser verdadeiramente humanos no amor.
Pois ha quem ame somente a arma, e a arma acredita que mata o amor, no entanto o amor não mata a arma ensina a amar, e por mais que quase sempre a arma queira matar o amor... nasce em algum canto como encanto de um conto, essa arma pouco usada, mais eternizada... chamada amor.


Por Danniela Palermo

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Adorando a Maturidade! Tudo bem diferente!

A menina que gosta de gargalhar, de dançar e de cantar. A menina que se ilude fácil, que até hoje não esquece o primeiro beijo e que toda noite chora pensando no futuro. A menina que é bastante complicada, que às vezes consegue confundir amor com amizade e que confia plenamente nos amigos e que já se deu muito mal por isso. A menina que tem esperança de um dia encontrar seu príncipe encantado, e qual a moça que não tem? Que sonha em ter seu trabalho visto e reconhecido por todos e que não vive sem internet RS. A menina que ama matemática, ama o português e que muito elogiou o professor de química, tanto quanto, o de física. A menina que aprendeu História vivendo e geografia viajando. A menina que ama olhar pro céu, que não suporta crueldades, que não gosta de regras e que odeia as atividades inúteis. A menina, que ama o preto e azul marinho, cores similares na ausência da luz, que às vezes é bastante sensível e que chora por qualquer coisinha. A menina que odeia segunda-feira, que ama seu violão e a beleza de quem toca,canta ou compõe uma canção. A menina, que não se apaixona fácil, que se emociona muito ao ouvir algumas músicas e que de vez em quando fica de T.P.M. A menina, que é louca por Rock,Blues, Vinicius de Moraes e Shakespeare.A menina, que é completamente apaixonada pela família e que não vive sem seus amigos. Enfim, a menina, que designa todas as características de uma Mulher sonhadora e que no fundo, quem sabe, ainda acredite que as coisas possam ser mais simples, cheias de verdade e de uma beleza apaziguadora!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

"Pra Falar de Lennon Pra Falar do Amor"

"Fizeram Acreditar"

"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: A gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"

(John Lennon)

sábado, 19 de junho de 2010

Homenagem ao Poeta Renato Russo!

Hj Acordei com uma disposição de lembrar dele,Renato Russo. Por vezes pego as pessoas cantarolando sem querer uma de suas poesias.
Daqui desse meu humilde confessionário deixo uma de suas maiores obras. E por si vai minha Póstuma Homenagem!

TEMPO PERDIDO


Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo:
Temos todo o tempo do mundo.

Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia:
"Sempre em frente,
Não temos tempo a perder".

Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem
E selvagem
E selvagem

Veja o sol dessa manhã tão cinza:
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo:
Temos nosso próprio tempo.

Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido, ninguem prometeu

Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens
tao jovens
tao jovens

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Na ilha por vezes habitada

Na ilha por vezes habitada do que somos, há noites,
manhãs e madrugadas em que não precisamos de
morrer.
Então sabemos tudo do que foi e será.
O mundo aparece explicado definitivamente e entra
em nós uma grande serenidade, e dizem-se as
palavras que a significam.
Levantamos um punhado de terra e apertamo-la nas
mãos.
Com doçura.
Aí se contém toda a verdade suportável: o contorno, a
vontade e os limites.
Podemos então dizer que somos livres, com a paz e o
sorriso de quem se reconhece e viajou à roda do
mundo infatigável, porque mordeu a alma até aos
ossos dela.
Libertemos devagar a terra onde acontecem milagres
como a água, a pedra e a raiz.
Cada um de nós é por enquanto a vida.
Isso nos baste.

Daniela Palermo por *José Saramago *

Nascimento 16 de Novembro de 1922
Azinhaga, Golegã, Portugal
Morte 18 de Junho de 2010 (87 anos)
Lanzarote,Canárias, Espanha
Nacionalidade Português
Ocupação Romancista, contista, dramaturgo, poeta
Principais trabalhos Memorial do Convento; O Evangelho segundo Jesus Cristo; Ensaio sobre a Cegueira …
Prêmios Nobel de Literatura (1998)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Relacionamentos

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.

Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.

Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.

Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.

Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?

O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.

Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.

E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...

Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????

Cronicamente Daniela... Daniela Palermo,Por Arnaldo Jabour

quinta-feira, 8 de abril de 2010

ASSIM FOMOS NÓS NESSA NOITE


Será outra vez o sol quando amanheça.
Será a luz intensa e amorosa.
E será na romantizada plenitude
que a ficção fecundará a nossa história.

É que uma noite te encontrei num abraço,
e teu cabelo se enredou por meus dedos...

Porém tudo foi tão brevemente
como chuva caindo nos desertos,
da tristeza sem céu localizada
na desolada aridez de nossos portos.

É que sempre me parece que te achegas
ainda que no fundo saiba que vais indo.

E nessa noite de tramas e mimesis,
tua mão aqueceu a minha mão,
como o sol às gélidas montanhas,
nas ladeiras de parodias e idioletos...
numa dança lírica de homérico argumento,
pela fantasia narrativa do real e imaginário,
na trágica amalgama de razão e sentimento.

Nós, oscilando nos significados e significantes
das românticas intrigas dos relatos e do tempo.

E a teu lado eu pensei na primavera...
uma primavera fugaz que cabia toda
nas partes mais bonitas de teu corpo.

E eu soube que o amor ainda perdura
no cálido ventre de teu horto;
e no torrencial caudal do desejo
que juntos navegamos mar adentro.

Pois é no limite do vale e o deserto
que a vida germina com ternura,
e se agarra a sementes passageiras,
na vital fronteira de um encontro.

Assim fomos nós nessa noite:
num fértil e artístico contraste,
fomos água e areia simultânea
nas orlas difusas do silêncio.

E depois te perdeste no nada...
nos palácios adjacentes à memória;
nos jardins sem luz da lembrança;
nas avenidas intermináveis do que falta;
e na amarga estrada que termina
na desconsolada saudade de teu corpo;
e na poesia sensual de tua mirada
que repentinamente chega com o vento.

E essa noite voltará inflexivelmente:
porque ainda que ela já não exista,
como passado sempre está presente...
e continuamente poderia ir melhorando,
já que é bom ou ruim o acontecido,
dependendo de como eu te pense.

E há uma parte de mim que ainda te toca,
como o deserto aos rios e vai vivendo...

E nessa hora em que nos aproximamos...
e meus olhos atingiram tua beleza,
eu senti que não é a duração
que faz a primavera,
pois há primaveras breves e essenciais
que cintilam nos orvalhos do inverno...

E não posso distinguir se está chovendo
ou é o sol que te alumia docemente.

Cronicamente Daniela em Poemas de"Jorge Luis Gutiérrez"

segunda-feira, 5 de abril de 2010

As coisas que possuo

"Possuo um cemitério meu, pessoal, eu o construí e o inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei,ou seja,aqueles que para mim deixaram de existir,morreram:
Os que um dia tiveram minha estima e a perderam. Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum do meu cemitério - nele não existem jazigos de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau-caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar. Raros enterro-ainda bem!De um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante-a impostura e a presunção me ofendem. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar,escuto,correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo mais uma vez pensa que me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado.”

Cronicamente Daniela Por Jorge Amado

domingo, 4 de abril de 2010

O Tombo!

O Tombo!

A mazela do tombo pode ser previsível?
Sinceramente, não conheço ninguém que não se levantou após. Mesmo temeroso por tombar outra vez, mesmo sem chão, quando se é pego de surpresa por ele. Ávido de esperança cada qual, tenta não se esvair da queda, mesmo que ralado, fresco em hematomas e roxo de vergonha.
Sabido é aquele que prepara seu terreno esperando, a tal fatalidade. Mórbida surpresa para um corpo vil, que luta todo tempo contra esta desagradável sensação ante-gravitacional, que torna o ser impotente às margens da invalides. Golpeia se a resistência com brutalidade, curando as dores com láudano fresco.
Fazendo assim, um novo levantar e um caminhar seguro. Temido de que um simples tombo pode causar sérios danos, rasgando panos, quebrando ossos podendo até levar-te ao óbito. Mas continuamos firmes na cadência do caminhar, um passo a frente e olhos atentos trazem a solidez de não tombar outra vez. E continuamos observando para não tropeçar, nos próprios pés, evitando assim uma cena póstuma de humor. Daquelas das quais ou caímos de rir de nos mesmos ou ouvimos o gargalhar alheio.
Digo e repito, conseguimos essa proeza com um respeito inigualável com uma autarquia singular digamos até invejável.
Tombar em movimento, tombar parado, a causa da dor, do choro, do riso.
E continuamos no vagar da vida, com ou sem quedas, viver sem cair é dar um insolente parecer a ti e ao próximo. Especulando os momentos de ira e os momentos de total alegria, passos ouvidos a uma sonora voltagem incalculável de decibéis, enquanto estivermos vivos após um simples ou duro TOMBO!

Por Daniela Palermo! Em Cronicamente
Daniela

sábado, 13 de março de 2010

Fazer por merecer! Meus créditos para quem merece!

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.




Daniela Palermo Por incentivo a redação

segunda-feira, 8 de março de 2010

LUIZA, A MULHER QUE NOS ENSINA!

Luiza é o seu nome. A dor que sente não tem nome. Brota das razões mais secretas da alma. Coisa de mãe, coisa de gente que soube recriar o mundo a partir do próprio ventre. A maternidade coloca as mulheres numa parceria invejável com Deus!
Luiza contou-me rapidamente sobre sua dor. Eu não pude ver os seus olhos, mas pude escutar sua alma.
Depois que ouvi Luiza eu fiquei pensando nos mistérios das perguntas que nos rondam, toda vez que a dor vem nos visitar.
Arranca-me dos meus livros. Mistura diferente daquela que o troxe à vida, quando o seu sangue circulava dependente do sangue da sua primeira mulher.
Lágrimas diferentes de tantas outras já derramadas. Lágrimas de alegrias; Lágrimas de preocupação.
Luiza e sua dor. Luiza e suas saudades. Luiza e suas lições.
Fiquei pensando nas minhas pequenas reclamações. Nos cansaços diários que me desiludem e que me despregam da alegria. Pensei no coração de Luiza e quis deixar de reclamar da vida.
O meu sofrimento perde a sua força quando eu o coloco ao lado dessa mulher. Da mesma forma que Maria nos aponta para o sofrimento de Jesus, para que entendamos o nosso sofrimento.
Maria e Luiza são mulheres parecidas nesta hora. Canções de ninar, secreta foram entoadas nos silêncios dos lábios. O choro de mãe é oração que tem o poder de mudar o mundo. Só precisamos parar para ouvir...
Hoje!Exercite-se na proeza de esquecer o que lhe aflige, e recorde-se dessa mulher que conhecemos o rosto. Ela tem muito a nos ensinar. Ela é um livro que pode ser lido sem palavras. Ela é um testemunho vivo de que na vida, mesmo nas perguntas mais doídas, há sempre uma esquina que pode nos dar outras opções, além da morte.
Na prece silenciosa que essa mãe nos desperta, permaneçamos.
Amém!Bju Mãe Feliz dia da mulher!

sábado, 6 de março de 2010

Dia 4


Uma pequena crônica para...

O dia Quatro



Nos encontramos ocasionalmente.
Será esse destino saliente? Questionando-me, enxergo as múltiplas variantes da vida.
Quantas vezes desisti de especular sobre você. Dezenas, dúzias, centenas, milhares.
Aff! Afirmo em reticências, que o que perdi foram meus pensamentos.
E é nos meros acasos propositais, que me distancio de forma correta do meu balzaquiano raciocínio.
Por hora tudo parece ótimo!E depois?
Encontro-me a digerir, minha pseudo-observação e andei na trama que é a vida!
Quando lhe vejo parece tudo muito fácil no início. Daí vem o difícil. O fim de tudo, uma verdadeira prova de fogo. E arde! Arde incandescente, parecendo um espetáculo pirofágico, que toma todo o corpo colhendo dos meus gemidos sua última nota de piedade. E depois me traz um pálido desconforto. Um misto de sensações colado ao seu peito suado e tão aconchegante. Uma longe esperança de estar vivendo tudo como outrora. Digamos que até gélido se torna para mim também. Era como se fosse a primeira vez. Ávido como naquele outro encontro de um outro dia quatro.
Mas minha singela inteligência põe a prova todas àquelas cenas gravadas, das quais só eu possuo, pois estão em meu hd interno e pessoal. Presumo que possa ser assim, com todos os pensantes do mundo.
Pronto!
Eu a preferida de seu destino, entregue a teu incisivo insinuar.
A escolhida!
Por motivos que nem mesmo, minha tórrida aflição se convenceria a acreditar. E era só um instante, onde determinava de que este encontro jamais se esvaia. Mas... Se esvaia certamente. Profanei juras internas de adoração, uma suprema devoção negligente e infinda de zelos.
Pratico, porém, feitiços sedutores em forma de casta energia, para atingir alguma lânguida satisfação em você, mesmo que não duradoura. Pois ao acordar, saberei que vou estar sozinha outra vez.
Minhas muralhas são as lágrimas das quais você não consegue daí observar.
E agora? Você despido, debruçado sobre a janela fumando um cigarro. Cretino! Oferecendo-me a nuance de seu corpo entre os véus da cortina. E você não adormeceu continuou de pé, debruçado provocando uma bela cena! Unanimidade de um click só meu. E os negativos da mesma só eu tenho, em minha grácil memória. Dou vasta credibilidade para a minha ótica. Existem certas fotos que só prestam tiradas por nossos olhos. Tudo muito secreto tudo muito discreto.
Não estou aqui vivendo utopias ou coisas da minha criativa imaginação. E é nesta realidade que espero, sinceramente atingir;
Muitas provas de fogo. Assim como, estes acasos propositais que são nossos encontros.
O meu melhor, é saber que aqui jaz, somente uma passagem, mas por enquanto estou viva! E preciso de todas as emoções para continuar a sentir o pulsar de minhas veias. E os resquícios de um perfeito orgasmo já em mim lavrado por ti. Mesmo que meu amanhã talvez ao despertar, venha a ter crises discretas de insanidade somente para disfarçar minha póstuma loucura.
Sanidade!
Seria esta a forma mais correta e vil para viver sem depressão, sem angústia, sem medo.
Medo!
Talvez dentro de minha suntuosa aristocracia, deixo caber esta demência de sentimento como um antiquado "Bicho Papão".
E este, que pode sair a qualquer momento debaixo da cama, para me devorar como um algoz dentro de minha nobre alcova.
Por isto gosto de anarquizar certas palavras. Desprezo as sem o famoso “pudor", palavra da qual anarquizei já faz um bom tempo. E desse jeito procuro domar com firmeza meus distúrbios de fonética.
Exclamado bem baixinho a ti um humilhante e singelo...Fica por favor! Não vá embora!
Que bobagem! Suplicar uma presença, mesmo sabendo que ele não pertence mais ao meu habitual cotidiano.
Mas continuo lá! Dentro de mim suplicando, agonizando os gritos com toda a pureza de minha alma, para que nem mesmo os Anjos possam vir a me escutar.
E ele?
Bate a porta... E se vai!


Por DANIELA PALERMO
Danny

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010



"Mude. Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade. Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa. Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa. Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira pra passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos. Veja o mundo de outras perspectivas. Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. Durma do outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... leia outros livros. Viva outros romances. Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo. Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. Corrija a postura. Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias. Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida. Tente. Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações. Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria. Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa. Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... tome banho em novos horários. Use canetas de outras cores Vá passear em outros lugares. Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes. Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escrevas outras poesias. Jogue fora os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus. Mude. Lembre-se que a vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um novo emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano. Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo. E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez. Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas. Mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda!"

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


Obrigado pelos momentos tristes que passou a meu lado,por todos os problemas que por mim resolveu,cada conta que por mim pagou,mesmo quando ja não precisava, mais ainda assim estava la pronta a fazer tudo dinovo!Obrigado por todas as vezes que me deixou ser livre porque me amava!
Obrigado por estar muito perto de mim sempre,mesmo lonje RS!Obrigado por em momentos de tristeza e grande angústia ter me tratado com toda paciência precisa de mãe e mesmo assim qdo for preciso os esporros mãe rolam também!Obrigado !Muito Obrigado!
Obrigado por cada pequena e grande coisa que me ensinaste,cada frase,injeção ou decisão que tomou por mim na hora certa pois eu não a podia fazer. Mãe Ama mais que filho e depois disto tudo só gostaria agora de um abraço pois o amor de Mãe é incondiocional!
MÃE !
Obrigado Mãe por ter sido meu Pãe !
Dizem que agente escolhe as mães antes de nascer...Se é verdade isso com certeza vc é e será a minha eterna escolhida!!!!
Bjus Obridado por ter me dado abrigo em seu ventre!


Obrigado pelo maior prensente do mundo !!!!!!!!!!!!!!!!!

Minha Vida!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Eu nunca fui uma moça bem-comportada.Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida,pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços.Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.Não estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E pra seduzir somente o que me acrescenta.Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.A palavra é meu inferno e minha paz.Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.Por isso, não me venha com meios-termos,com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...Eu acredito é em suspiros,mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes,em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.

Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.Eu acredito em profundidades.E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.São eles que me dão a dimensão do que sou."Sou isso ...Dane-se quem me olha as críticas e me fala de um jeito céticoFoda-se essa existência que ainda insiste em manter as máscaras deformadasEu me chamo Daniela vinda de Daniel sábio profeta que para os cristãos enfrentou leões...Sou vinda do tempo,amada por mim mesmo não sendo a certinhaTenho enterpes e também calmariasTenho fome e sedeFrio e CalorMas transformo isso tudo dentro de mim pra poder me acomodar...Louca?Você me pergunta.Sim! eu respondo
Eu ...??? Posso ser igual a qualquer um...basta como vc me vê!

E Quando não temos nada de prático nos atazanando a vida, a preocupação passa a ser existencial. Pouco importa de onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial descobrir. A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos, as roupas que a gente veste, a estação do ano preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam. Eu sou Verão, disparado. E ligeiramente Primavera, estação transitória. Sou Woody Allen; Sou Charlie Chapplin;Sou Afrodite; Sou Nelson Rodrigues; Sou Jimmy Rendrix; Sou Jabour; Sou Saramago. Sou Pães, Queijos e Heineken os três alimentos que eu levaria para uma Ilha Deserta, mas não sou Ilha Deserta; Sou Metrópole. Sou Bala Azeda e Coca-Cola; Sou Salada Cesar; Sou Acarajé; Sou Filé com Fritas; Sou Chocolate meio Amargo; Sou Escondidinho de Carne Seca; Sou Miojo as vezes; Do Churrasco... Sou a Cerveja.Sou Livros; Discos; Dicionários;Sou Música; Sou Melodia; Sou sem GPS; Sou Internet; Não sou Tevê; Sou Estúdio; Sou Rádio; Sou Rock!Rock!Rock! E minha raiz é o Samba;As vezes Lounge; Sou Circo e Cinema. Sou Preta; Sou Colorada; Sou Cabelo "Liso" e Cacheado; Sou Jeans; Sou Balaio de All Star e Casimesta ; Sou Ventilador de Teto; Sou Avião a Jato; Sou Jeep; Sou Bicicleta; Sou à pé;Do lanche sou o Café. Sou Pufs , Panos e Sofá; Sou Abajur de Pedrinhas; Sou Banho sem Pressa e Hidratantes; Não sou Musculação, mas finjo que sou três vezes por semana. Sou Mar; Não sou Sereia; Sou Lisboa, Rio de Janeiro; Sou Salvador sou Abaeté do Abaeté sou a Areia.Sou praia,montanha e Rio ao mesmo tempo. Sou mais Cama que Mesa, mais Noite que Dia, mais Flor que Fruta, mais Salgado que Doce; Muito mais Música que Silêncio; Mais Pizza que Banquete; Mais Jack Daniel's que Caipirinha; Sou Maquiagem ; Sou Cara Lavada. Sou Danny! Sou Delírio! Sou Mulher! Sou eu Mesma. Agora é sua vez; E no entanto... Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS

A capacidade de sonhar sempre foi o grande segredo daqueles que mudaram o mundo. Os sonhos alimentam a alma e dão asas a inteligência. É no solo fértil da memória onde semeamos os sonhos que farão grande diferença em nossa existência. Os sonhadores mudaram a história da humanidade. Eles fizeram da derrota, o pódio para a vitória; das críticas, o palco, de onde receberam os aplausos. O Mestre dos mestres foi o mais ousado dos sonhadores. Ele fez de homens simples e iletrados, arquitetos da vida. A estes, vendeu o sonho de um reino justo, em um mundo de injustiça, de liberdade em uma terra de escravidão, de vida eterna em um território onde imperava a morte, de felicidade em um país onde reinava o ódio. Jesus Cristo tirou aqueles homens da platéia e os introduzir no palco da vida. Fez deles autores de sua própria história. Ao encantá-los com suas palavras e surpreendê-los com suas atitudes, ele tocou o inconsciente dos seus discípulos, reeditou novas janelas em sua memória e abalou os fundamentos da psicologia. Abraham Lincoln superou os seus fracassos porque exerceu o direito de sonhar. Enquanto falia nos negócios, e consecutivamente era derrotado na política, soube mais do que ninguém exercer a liderança do ?eu?. Estava convicto de que contra traumas e frustrações que a vida nos impõe, o melhor remédio, é uma alma controlada por um grande sonho. Embora o décimo sexto presidente dos EUA tenha tido mais derrotas do que vitórias em sua vida pública, do ponto de vista da psicologia foi o grande vencedor em todas as disputas. Ele venceu o preconceito com criatividade, as suas inseguranças com motivação, os seus medos com ousadia. Mas acima de tudo, foi sempre consciente que o destino é uma questão de escolha, não uma fatalidade, por isso, optou por continuar sonhando. A discriminação, o preconceito, o racismo e a indiferença, foram porções que coube a outro sonhador: Martin Luther King. No entanto ele teve a capacidade de criticar a violência exercida contra os negros do seu país. E assim, reeditou sobre os traumas arquivados em sua memória, os sonhos que mudaria as gerações subseqüentes. O autor da teoria da Inteligência Multifocal foi sem dúvida um sonhador. E como todos os outros, encontrou muitos desafios pelo cominho. Depois de 19 anos escrevendo sobre o processo como os pensamentos são construídos viu sua tese ser rejeitada por muitos e incompreendidas até mesmo por especialistas ligados às ciências humanas. Não obstante a isto, Augusto Cury não se deixou vencer. Resolveu provar suas teses a luz de um personagem histórico. Escreveu uma coleção onde analisa a inteligência de Cristo. Foi incrível, com este ato ele democratizou a ciência, popularizou suas teses e surpreendeu o mundo ao entrar em uma área, até então, completamente dominada pela teologia. Se pensar é o destino do ser humano, continuar sonhando é o seu grande desafio. E isto, é lógico, implica em trajetórias com riscos, em vitórias, com muitas lutas, e não poucos obstáculos pelo caminho. Apesar de tudo, seja ousado. Liberte sua criatividade. E NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS, pois eles transformarão sua vida em uma grande aventura.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Frases de Bastante Impacto!


Você é o seu sexo. Todo o seu corpo é um órgão sexual, com exceção talvez das clavículas."

( Luis Fernando Veríssimo )


"Um sexo é a metade do outro sexo, ambos eles se procuram, porque unidos se completam."( Marquês de Maricá )


"Só existem duas coisas importantes na vida. A primeira é o sexo e a segunda eu não me lembro."( Woody Allen )


"Sexo, esse minúsculo ponto feminino, em torno do qual gira a máquina do mundo."( Carlos Drummond de Andrade )


"Sexo é tudo: é a sedução, o beijo, são os poros, é a pele, o cheiro."( Cláudio Nucci )


"Sexo é o único esporte que não é cancelado quando falta luz."( Laurence J. Peter)


"Sexo é indecente? Somente se é bem feito."( James Allen )


"Sexo é hereditário. Se seus pais nunca fizeram, você não fará."( David Zing )


"Sexo é aquela coisa que ocupa um mínimo de tempo e causa um máximo de encrenca.

"( John Barrymore )

"Sexo alivia as tensões. Amor as causa."( Woody Allen )


"Sempre encontrei no sexo uma grande virtude consoladora, e nada adoça mais as minhas aflições vindas dos meus problemas do que sentir que uma pessoa amável se interessa por ele."( Jean-Jacques Rousseau )


"Quando o assunto é sexo, todos mentem."( Jerry Seinfeld )


"Portanto, em matéria de sexo, uma única recomendação prevalece: quanto menos controle sobre a situação na cama, melhor."( Marleine Cohen )


"O sujeito que pensa em sexo o dia inteiro é muito saudável."( Dias Gomes ) "O sexo sem amor é uma experiência vazia. Mas como experiência vazia é uma das melhores."( Woody Allen )

Uma Linda Crônica Para os Homens!


Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada e etc. Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais: "corneado". Saiba de uma coisa... esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça ou, então, assumir seu "chifre" em alto e bom som. Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma "mulher moderna"? A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços... É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda... Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer... Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior: VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", a menos que: - Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade. - Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber - da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima. - Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... bem... - Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo. - Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam em - e querem - fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade)...bom, nem precisa dizer que se não for com você... - Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é???? Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres. - Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você...só que o prato principal, bem...dessa vez é a SUA mulher. Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece...Quando você reparar... já foi. - Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - "dar uma", para depois, virar pro lado e simplesmente dormir. - Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas...senão... Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência". Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!Arnaldo Jabor

Crônicas de uma Carioca Surreal!


“Pimenta nos olhos dos outros é refresco”Ditado Popular Todos os dias as pessoas acham que a vida é uma droga, “droga de carro que não pega”, “droga de trânsito que não anda”, “droga de dia que não acaba”, “droga de inverno”, “droga de verão”, droga, droga, droga, droga! Experimenta nascer numa cidade que transpira sensualidade, boémia e corpos sarados, e ser uma simples mortal intelectualizada, que troca de boa vontade um churrascão na beira da piscina com um pagodão rolando, pra ficar deitadona no sofá vendo o último filme do Pedro Almodovár, que você não viu no cinema porque o dono do cinema do seu bairro acha que Almodovár é o nome de um navegante espanhol que descobriu algum continente perdido por aí. Você passa a semana toda rezando para o fim de semana chegar, pra você poder se esconder do mundo dentro de um livro da Agatha Christie, poder ver aquele filme do Stanley Kubrick pela milésima vez, sem ter um mala do seu lado dizendo que “Kubrick” parece nome de cerveja alemã, e ouvir todas as músicas dos Nirvana, sem ouvir aquela piadinha sem graça: “Caroll, acho que este cara tá passando mal, porque ele não para de gritar”. Enfim, a semana acabou e você vai poder se trancar no quarto e devorar toda a cultura que você não conseguiu adquirir desde segunda-feira, certo? ERRADO! Porque a sua querida mãe resolveu reunir a galera, e fazer um churrascão na piscina, com muito pagode, muita cerveja, muitos adultos que não tiveram adolescência e agora querem compensar, e também trouxeram todos os filhos que comentam as escondidas o quanto você é esquisita, e que você, nem na Puta que pariu, é Carioca! Você passa o fim de semana com ódio do mundo, e tentando entender como, pelo amor de Deus, nasceu naquela terra , você começa a pensar que se existisse mesmo outras vidas, então numa vida passada qualquer teria sido um daqueles psicopatas assassinos de meter medo no "Fred Krueger" do filme “A hora do pesadelo”, só podia ser karma! Aí você tenta se unir com o inimigo, chega na segunda na escola e pede pra sua melhor amiga, uma Carioca da gema, te ensinar tudo sobre pagode, samba, funk, axé, e que Deus te ajude, você até resolve aprender a sambar! Ela fala, fala e quanto mais ela fala mais você tem vontade de se esconder debaixo da cama, de preferência com um livro enorme do Stephen King, mas você é forte, e recebe aquela informação toda de braços abertos, (?), e decide que de uma vez por todas vai tentar se enturmar. Passa a semana, e mais uma vez chega o findi com churrascão e pagode, você troca as suas calças jeans rasgadas e surradas por um shortinho da sua mãe, a sua T-shirt do Ac/Dc por um topsinho de alças...rosa, (!!!), se arma com um sorriso amarelo e se mistura no meio da galera como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. E então tudo acontece ao contrário, todos comentam que nunca tinham reparado, mas que você é muito branquela, não tem bunda, e tem os peitos maiores do que de uma americana, você respira fundo, e começa a vomitar toda aquela informação que a sua melhor amiga lhe deu, fala sobre pagode, sobre samba, diz que adora aquela música que está tocando, e as pessoas te olham com uma cara tão esquisita que você fica super nervosa, e troca tudo aquilo que demorou uma semana pra aprender, o problema é que o seu ar desanimado ao falar daquilo tudo, faz a sua empolgação parecer tão verdadeira como uma nota de 2€! Mas você tem uma carta na manga! Aprendeu a sambar, ou melhor tentou aprender, mas isso não importa agora, você vai sambar! Afinal você é Carioca! Em alguma parte de você existe um gingado, afinal não era a toa que a mulher Carioca era tão aclamada nas poesias do seu amado Vinícius de Morais, e lá vai você, e você balança, você roda, você requebra toda, mas espera... porque eles não te aplaudem? Porque eles estão a rir de você? E você olha para o vidro da janela, e vê a sua vergonha reflectida, qual Carioca? Você mais parece uma minhoca a se contorcer com dor de barriga! e um engraçadinho diz pra sua mãe que você deve ter sido trocada na maternidade, que deve ser filha de algum casal americano e que a sua verdadeira filha deve estar agora na América, a dançar um sambinha de raiz e a tentar entender o que faz ali no meio daqueles branquelos desajeitados. Você corre pra o quarto, se esconde debaixo da cama com o seu livro enorme, e jura por Deus que nunca mais na vida vai tentar gostar de algo que não tenha a ver com a sua personalidade, e que nunca mais vai deixar de ser quem é para agradar alguém. Você promete para si mesma que quando fizer 18 anos vai embora daquela terra, e é então que para pensar para onde iria, e chega a conclusão de que não conhece nenhum lugar no mundo que aceite as pessoas como elas são, e decide que mesmo assim vai embora, vai para São Francisco, afinal nos filmes sempre dizem que lá é a terra da liberdade. E começa a sonhar com São Francisco, a imaginar como seria viver lá e andar nas ruas com as suas roupas pretas sem ninguém perguntar se você está de luto, e é então que um sentimento estranho nasce no seu peito, sentimento este que, você ainda não sabia, fará parte do resto da sua vida, é então que a saudade ganha uma morada fixa no seu mundo. Você sai debaixo da cama e olha pela janela, observa aquela galera a rir, a beber, a se divertir, e os inveja infinitamente por terem nascido no país certo, com a alma certa.Entretanto, a sua viagem apenas começou...

Aos outros Charlie Chapplin


A vida me ensinou...A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;Sorrir às pessoas que não gostam de mim,Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.Afinal eu posso ser sempre melhor.A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.A ser forte quando os que amo estão com problemas;Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;Ouvir a todos que só precisam desabafar;Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;A alegrar a quem precisa;A pedir perdão;A sonhar acordado;A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);A aproveitar cada instante de felicidade;A chorar de saudade;sem vergonha de demonstrar;Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;A ver o encanto do pôr-do-sol;A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;A abrir minhas janelas para o amor;A não temer o futuro;Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher. Feliz 2010